sexta-feira, 10 de julho de 2009

Drenagem Linfática no Tratamento da Cefaléia Tensional


A cefaléia tensional, é dita como a dor de cabeça mais comum que existe. O problema é que ninguém sabe, exatamente, o que esse termo, tensional, quer dizer. Será tensão psicológica ou tensão muscular? Será tensão causando dor de cabeça ou sendo causado por dor de cabeça? E como explicar os sintomas?

Na assim chamada cefaléia tensional, a dor costuma ser leve a moderada, normalmente fica presente por um longo tempo. A sensação é a de um torniquete apertando a cabeça. A dor, muitas vezes, localiza-se mais intensamente no pescoço, encontra-se associada a contrações musculares do pescoço e ombros, costuma ter início numa idade um pouco mais avançada que a enxaqueca (depois da adolescência, já por volta dos 25 anos). A dor não costuma vir com enjôo e/ou vômitos, aversão à claridade e/ou barulho. E pode ser desencadeada principalmente pelo estresse.

Sinais e sintomas de cefaléia tensional
* Dor localizada na têmpora, nuca ou cabeça.
* Músculos tensos e contraídos no pescoço e cabeça.
* Dor que parece uma pressão na cabeça, como se fosse uma faixa ou capacete apertado em volta da cabeça ou do pescoço.

Gatilhos comuns para a dor de cabeça ou cefaléia tensional
* Trabalhar na mesa do computador por longos períodos de tempo.
* Má postura.
* Flexão lateral do pescoço prolongada, como por exemplo segurar o fone com o ombro.
* Tensão nos olhos.
* Estresse.
* Ansiedade.

A contração muscular continuada favorece ao microtrauma e conseqüentes microedemas no tecido muscular, que são responsáveis pela sensação de peso na cabeça e nos ombros.

Porque fazer a drenagem linfática?

As dores de cabeça podem ser mais suportáveis se utilizarmos a Drenagem Linfática Manual no seu tratamento, tanto durante os “ataques”, como nos intervalos sem dor.

Assim será possível diminuir a intensidade e a frequência das crises. O efeito benéfico da drenagem nestes casos deve-se à sua ação sedante da dor e ao seu efeito anti-edemaciente sobre os possíveis microedemas que são comuns, neste caso, na parede dos vasos sanguíneos.

As manipulações lentas, suaves, monótonas e repetidas sobre a pele, exercem um efeito relaxante constituindo um método ideal de relaxamento, principalmente quando aplicada no rosto, cabeça e nuca.

Mulheres ainda estão mal informadas sobre o câncer de mama


Com aproximadamente 50 mil novos casos no Brasil, o câncer de mama é considerado o tipo de tumor mais incidente no país e a principal causa de morte entre as mulheres. Mas as mulheres, que são quase a totalidade das vítimas, ainda não estão municiadas com informações corretas sobre o mal. A constatação foi feita por uma pesquisa promovida por uma empresa farmacêutica, que entrevistou 320 mulheres, com média de idade de 53 anos, sendo 200 portadoras de câncer de mama e 120 sadias. A maioria das mulheres se diz informada, mas aponta o estresse como um fator de risco.


“Hereditariedade, primeira menstruação antes dos 11 anos, menopausa tardia (depois dos 50), reposição hormonal, alcoolismo e obesidade são alguns dos reais fatores de risco”, aponta o coordenador da pesquisa e oncologista clínico do Hospital Albert Einstein de São Paulo, Sérgio Simon.


O diagnóstico também causa confusão. Entre as sadias, 81% afirmaram que fazem o autoexame sem saber que dificilmente conseguirão detectar um tumor em estágios iniciais. Para isso, é preciso seguir rigorosamente as orientações médicas e realizar todo ano exames de mamografia e ultrassom do seio. Apenas um terço das mulheres se submete aos exames.


Um dado é alarmante. Entre as mulheres sadias entrevistadas, 35% acreditam que a prevenção é inútil. Se o câncer tiver que aparecer, vai aparecer. A opinião é a mesma de 65% das portadoras de câncer entrevistadas.


Segundo o oncologista Murilo Buso, os exames são indicados após os 40 anos, pela incidência da doença. Às mulheres mais jovens sem fatores de risco, basta o auto-exame e consultas periódicas no ginecologista. “É preciso educar a população. Se uma mulher chega aos 40 anos sem a cultura de se prevenir, ela não vai fazer mamografias. É fundamental envolver as pacientes no processo?”, afirma.


E você, faz a prevenção da forma correta?

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O Caso de Alesha Lobanov


Com dez anos de idade, Alesha Lobanov, tem dez litros de líquido excedente em seu organismo. É como se ele estivesse carregando um balde de água com ele em todos os momentos. Ele tem uma malformação vascular. Ele poderia ter morrido há sete anos, mas não aconteceu. Pelo contrário, há um ano ele já está freqüentando uma clínica vascular em Fraiburg, Alemanha, incentivando os pacientes mais velhos, tratados por edemas para brincar e passear com ele.


Alesha adoeceu antes de ter sequer nascido. Poucos dias antes de entrar em trabalho de parto, sua mãe, Lena foi internada para manutenção, onde foi submetida a uma ecografia. Em seguida, o médico informou-lhe que seu bebê tinha um excesso de líquido no abdômen e que isso poderia ser resultado de uma patologia do coração ou do fígado.

Lena teve um parto totalmente natural. Alesha nasceu com um grande estômago, como se ele tivesse engolido uma bola. Sua mão direita estava inchada e sua mão esquerda, ao contrário, era tão fina, que os seus ossos e vasos apareceram através da pele.

No hospital onde Alesha nasceu, em Ufa, Rússia, nenhum exame foi feito. Os especialistas disseram que não havia nada que poderiam fazer sobre o seu caso, e que o bebê não viveria até os seis meses de idade, por isso seria melhor o casal ter outro filho.

Hoje, Alesha corre e brinca pelo corredor enquanto seus pais explicam que as áreas mais perigosas são a sua pele e dentes, porque é onde o líquido se acumula. De forma que se ele tiver uma infecção através da pele ou dentes, ele pode morrer.

Nos primeiros seis meses, o médico foi à casa dos Lobanov e apenas assistiu a forma como o bebê ficou pior a cada dia. O fluido pressionava os pulmões, o coração dele estava na posição errada, ele teve pneumonia, e suas bochechas eram tão inchadas, que pela manhã seu rosto ficava preso ao travesseiro.

Alesha estava com cerca de nove meses de idade quando foi colocado em um hospital em Ufa. Enquanto ele estava sendo acompanhado, Lena descobriu que estava grávida novamente. Os médicos disseram que esta criança poderia substituir Alesha. "Eu pensei que Deus estava me dando outra criança como Alesha, mas Artem é totalmente diferente. Ele não nasceu para substituir o seu irmão, mas para ajudá-lo", disse Lena.

Graças ao seu irmão, Alesha, começou a falar e andar, e jogar. O irmão mais novo parece uma espécie de uma força motriz para o mais velho. Depois, Alesha foi para Moscou e passou por três cirurgias de bypass nos ductos linfáticos. A cada duas semanas ele tinha que ter o fluido acumulado drenado para fora do organismo. Alesha passou por anestesia geral cem vezes, e teve hepatite duas vezes.

Lena inesperadamente recebeu um telefonema da Alemanha, da Clínica Földi, dizendo: "Seu caso é especial e a clínica cobrirá todas as despesas, exceto as tarifas aéreas". Alesha entrou na clínica em uma cadeira de rodas. Ele foi antes de tudo receitado com uma dieta, drenagem linfática, e bandagem por um sistema especial desenvolvido pelo Dr. Földi, o fundador da clínica. Um mês mais tarde o menino podia andar sozinho, e ainda fez os pacientes mais velhos passear com ele no jardim, e jogar cartas com ele à noite.




Fonte:Russia´s Daily Online

domingo, 24 de maio de 2009

Selênio – Mais Saúde à Mesa


Se você ainda não ouviu falar nele é hora de conhecê-lo: contido em peixes, como o salmão, no farelo de trigo e na castanha-do-pará, esse mineral é um grande aliado contra o envelhecimento precoce, as doenças degenerativas e a depressão.


Especialistas em nutrição recomendam o uso diário de, no mínimo, 55 microgramas de selênio, encontrado também na semente de girassol e no fígado de boi. Mas é a castanha-do-pará (agora chamada de castanha-do-brasil), nativa da Floresta Amazônica, que contém maior concentração desse nutriente, em torno de 150 microgramas.

“Apenas por um dia é suficiente para o bom funcionamento do organismo”, afirma a nutricionista Bárbara Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Nutrição – Minerais da Universidade de São Paulo (USP).

Mas porque a ingestão de alimentos ricos em selênio é tão importante para a saúde?

De acordo com o nutricionista Bruno Chlamtac, “o selênio está presente em uma enzima antioxidante, a glutationa peroxidase, um dos elementos que ajudam a evitar a formação excessiva de radicais livres no organismo. Ele melhora o sistema imunológico e combate o envelhecimento precoce, fortalecendo a pele, unhas e cabelo. Também atua sobre a tireóide, na conversão do hormônio T4 em sua forma mais ativa, T3” enumera o especialista.

Bárbara Cardoso lembra que o selênio protege contra ação nociva dos metais pesados e xenobióticos (compostos químicos estranhos ao organismo humano), e ajuda a prevenir doenças crônicas não-transmissíveis, como o câncer. A especialista estuda as relações entre o selênio e portadores da doença de Alzheirmer. “Por meio da análise do sangue e das unhas, avaliamos a concentração de selênio em idosos que sofrem dessa doença. Por desempenhar um importante papel antioxidante, ele protege os neurônios da ação nociva dos radicais livres, diminuindo o risco de doenças neurodegerenativas em geral”, explica.

Em excesso, é prejudicial:

Da mesma que em relação a outros nutrientes, no entanto, o exagero pode ser prejudicial, conforme explica a especialista: “segundas as Dietary Reference Intakes (DRI), estabelecidas pelo Institute of Medicine (IOM), dos Estados Unidos, o consumo de selênio não deve ultrapassar 400 microgramas por dia. Em excesso, pode causar queda de cabelo, unhas enfraquecidas, hálito com odor parecido ao do alho e problemas neurológicos”.

A quantidade contida nos alimentos reflete, também, o tipo de solo onde são cultivadas. “no Brasil, os maiores níveis de selênio são encontrados nas regiões Norte e Nordeste, o que explica a concentração desse mineral na castanha-do-pará”, observa Bárbara.

Esse fato, aliado ao seu alto teor calórico (70 calorias por unidade) recomendo moderação no consumo da castanha, embora seja um alimento que trás muitos benefícios ao organismo.

“A castanha representa importante papel no processo de reeducação alimentar. Ela tem cerca de 40mg de magnésio, excelente antioxidante, essencial para praticantes de atividade física. Além disso contém Omega 3, um tipo de gordura saudável responsável por reduzir o nível de triglicerídeos no sangue e aumentar o bom colesterol. A presença do triptofano (aminoácido precursor da seratonina) ajuda a combater a depressão”, complementa Bruno Chlamtac.

São muitos os motivos que justificam a presença de selênio à mesa, nutriente pouco conhecido entre os leigos, mais importante para a saúde e bom funcionamento do organismo. Uma sugestão é incluí-lo no café da manhã, adicionando farelo de trigo e castanha a sucos e iogurtes.

Fonte: Revista Les Nouvelles Esthétiques

sábado, 23 de maio de 2009

Estrias: As eternas vilãs


O que são as estrias?

As estrias surgem da ruptura das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade, que estão localizadas na derme (camada profunda da pele) que ocorrem por sua distensão exagerada ou devido a alterações hormonais.

É comum o surgimento durante a puberdade em decorrência do crescimento acelerado nesta fase da vida e também na obesidade e na gravidez. Atinge os dois sexos porém é mais freqüente no sexo feminino.

As estrias são lesões lineares, geralmente paralelas, que podem variar de 1 a vários centímetros de extensão. Surgem principalmente nas coxas, nádegas, abdomem (gravidez) e dorso do tronco (homens).

Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia. A pele na área afetada tem consistência frouxa.

Como evitar?

O surgimento das estrias depende de uma tendência pessoal. Algumas pessoas as desenvolvem mesmo com pouca distensão da pele e outras não desenvolvem estrias nem na gravidez, quando a distensão da pele é muito grande.

De qualquer forma, recomenda-se a hidratação intensa da pele com cremes e loções hidratantes para tentar evitá-las, principalmente em pessoas com histórico familiar de estrias. Deve-se beber pelo menos 8 copos grandes de água por dia (2 litros) e evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente.

Nas meninas, na fase da puberdade, estes cuidados são muito importantes, pois é nessa época que costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do "estirão" pode causar estrias horizontais no dorso do tronco.

Fonte: Clínica da Pele

sábado, 16 de maio de 2009

Salto alto e Saúde


Não importa a forma, a cor, o modelo, a marca ou a altura dos saltos, os sapatos são um dos principais objetos de desejo de muitas mulheres. O salto alto, por exemplo, além de ser marca registrada da feminilidade e sensualidade é também um potencializador do charme e da elegância.

E para não deixar de lado a beleza proporcionada por tal acessório, muitas são aquelas que abrem mão do conforto e da saúde.

O uso constante do salto faz com que os músculos posteriores da perna encurtem e os da frente fiquem mais longos. Por isso, pessoas que usam salto alto constantemente quando colocam sapatos baixos ficam desconfortáveis na panturrilha e pés, que são sinais de encurtamento do tendão de Aquiles.

Este desequilíbrio muscular pode causar problemas como tendinite (inflamação do tendão) na perna e dores musculares.

Como o calcanhar fica elevado e apoiado apenas por uma superfície pequena e fina, o sapato com salto fino faz com que o peso do corpo fique todo concentrado na parte da frente do pé, causando desconforto, dor e problemas na coluna e no joelho.

Outro problema são as dores no arco anterior dos pés, local onde o pé fica apoiado nos famosos joanetes, causados pelo desvio dos dedos, por compressão dos sapatos de bico fino. Não esquecendo a importância da hereditariedade no aparecimento desses joanetes.

Independente do tamanho e do formato, ele muda a maneira como a pessoa pisa no chão e se equilibra (quanto maior o salto, menor a superfície de apoio), o que faz com que o peso se concentre nos dedos. O que por sua vez pode causar dor na região plantar, tendinites e tenossinovites e desgaste das pequenas estruturas do pé e dedos.

A recomendação dos ortopedistas é que se faça um rodízio entre as estaturas da sua sola.O ideal é alternar saltos médios com outros baixos e, de vez em quando, incluir os altos na sua rotina.
Prefira sapatos confortáveis com saltos grossos e plataformas.

Para prevenir dores nas costas, problemas de circulação e até o encurtamento do músculo da batata da perna, acostume-se a alongar a parte inferior da perna e pés.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Fisioterapia Oncológica

A fisioterapia em oncologia é uma especialidade que tem como objetivo preservar, manter, desenvolver e restaurar a integridade cinético-funcional de órgãos e sistemas do paciente, assim como prevenir os distúrbios causados pelo tratamento oncológico.

O fisioterapeuta oncológico deve estar apto para desenvolver suas atividades com pacientes infantis, adolescentes, adultos jovens e idosos, em situações que vão desde a cura aos casos em que ela é irreversível, e desenvolver seus programas de tratamento dentro deste contexto. O profissional dessa área deve saber lidar com as seqüelas próprias do tratamento oncológico, atuando de forma preventiva para minimizá- las.

Indicações para atendimento

As indicações para assistência fisioterapêutica são determinadas pelas disfunções causadas pelo tumor no paciente, assim como pelos tipos de tratamento adotados.

A radioterapia, indicada tanto para o tratamento exclusivo da doença quanto para complementação dos outros tratamentos, pode acarretar fibrose, levando à restrição de movimento, edemas e disfunções ventilatórias, entre outras.

Diversos tipos de quimioterápicos podem causar neuropatias periféricas, fibrose pulmonar e miocardiopatias. O uso prolongado de corticóides pode resultar em quadros de miopatia e osteoporose.

A cirurgia visa não apenas a remoção do tumor, mas também dos tecidos sadios adjacentes, a fim de evitar a permanência de doença residual macro ou microscópica. Tal fato acarreta seqüelas sensitivas, motoras, vasculares e respiratórias, dependendo da área afetada.

A assistência fisioterapêutica ao paciente oncológico tem início no pré-operatório, visando o preparo para o procedimento e redução de complicações. Durante o período de internação o enfoque é global, prevenindo, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias. A dor é uma das principais e mais freqüentes queixas do paciente oncológico, devendo por isto ser valorizada, controlada e tratada em todas as etapas da doença. As diversas técnicas para analgesia são um ponto forte da Fisioterapia em Oncologia.


Fonte: INCA