
Um membro edemaciado representa desconforto para o paciente em suas atividades diárias.
Toda fratura é acompanhada, pouco ou muito, por um edema. Isso é ainda mais verdadeiro para os membros inferiores, tendo em vista que a imobilidade necessária para a sua consolidação reduz o retorno venoso que ocorre durante a contração muscular e mantém a estase (estagnação do fluxo sanguíneo).
Durante o traumatismo, as rupturas vasculares (vasos sanguíneos e/ou linfáticos) são responsáveis por uma diminuição temporária do volume de drenagem.
A diminuição do edema torna-se fator primordial visto que acarreta implicações para a saúde funcional do paciente mesmo após a consolidação da fratura, pois limita os movimentos do membro.
Além disso, o excesso de líquido pode até distender ou lacerar as pequenas estruturas na área edemaciada, dando início a uma resposta inflamatória e agravando a situação.
Ao realizar a drenagem linfática, o excesso de fluido acumulado nos espaços intersticiais é redirecionado e drenado, de forma a manter os equilíbrios das pressões tissulares e hidrostáticas através da pressão externa a ser exercida pela massagem manual no sentido do fluxo da circulação linfática e venosa.
Um membro edemaciado representa desconforto para o paciente em suas atividades diárias. Pois além da dificuldade para caminhar e ficar de pé por um longo período de tempo, também reduz a auto-estima, motivada pela distorção da imagem corporal e que pode interferir no relacionamento pessoal.
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